quinta-feira, 2 de Abril de 2009

A razão

Foi esta a forma que encontrei para fazer uma exposição breve sobre o que me consumiu a mim e à minha família nestes últimos anos. Claro que também todas as pessoas ao nosso redor foram envolvidas. Assim, o círculo foi-se alargando à familia da familia e a amigos e amigos de amigos. Foram reuniões, telefonemas, viagens e os nossos bens. Anos da vida. Literalmente falei com este mundo e o outro, Portugal, França, China, Inglaterra, Japão, Espanha, EUA, para dar só alguns exemplos. Podem imaginar, só imaginar tudo o mais que foi dito, desde o "todos pensam que o que têm é muito antigo" ao "é inacreditável a forma como vos estão a tratar". Por isso peço só que leia até ao fim sem ideias feitas, veja e pense. Obrigada

Resumo do estudo

Tartaruga Aristocrática O conceito de europeu de Relíquia não deve ser utilizado para a análise desta Caixa Tartaruga. Utilizemos portanto o termo Antiguidade dado esta peça datada com 1560 / 1720 anos de idade (conforme certificação do ITN – Instituto Tecnológico Nuclear - cujas credenciais são mundialmente reconhecidas). Constituída por duas peças – base e tampa com o tamanho aproximado de uma terrina – era a “caixa de tesouro”, preciosa, guardada no Castelo no alto de uma montanha, destinada a ser escondida enterrada em grutas durante os frequentes ataques nas guerras senhoriais. Também convém estabelecer que o conceito asiático de tesouro é diametralmente oposto do conceito opulento europeu. É conhecido que os povos asiáticos sempre tentaram prever o futuro através de oráculos de carapaças de tartarugas. Estes oráculos ou profecias eram feitas por mulheres sábias (sacerdotisas da Fu) exclusivamente a bebés aristocratas (1,10). Estas senhoras – Shamanticas – conheciam os poderes dos elementos (natureza), as marés, as fases da lua e sabiam ler nas estrelas. Liam o reflexo destes elementos nas várias protuberâncias a toda a roda das carapaças. Estas eram identificadas com as várias luas cheias do ano associadas com às marés e com as formas das nuvens na altura que estavam a ler o oráculo. Conjugado com os “sonhos” que tinham daria a profecia para o futuro da criança nascida ou por nascer (2,10). O que chegou até hoje desses oráculos são osso das carapaças de tartarugas com inscrições das premonições (2,10). A raça de tartarugas utilizada era a Yunnan box turtle (Cuora yunnanensis) – raça de água doce – dada oficialmente como extinta em 1907 (4). Desta peça não se conhece par pela quantidade de cor. Semelhanças poderá haver com artefactos éneos que pelas suas características físicas mais facilmente suportaram o passar dos tempos. Esta peça destaca-se por ter patas e pescoço compactos e banhados a bronze, vidrado espesso, escavado entre cores, tinta branca espumosa e um dragão encarnado. Cores vigorosas. Os desenhos são ondulantes e em espiral “lembrando trabalhos da Mesopotâmia (3)”. De uma massa muito clara, não foi feita em roda de oleiro, sendo muito robusta e no seu interior todo vidrado em bege nota-se bem o alisado com espátulas estreitas como unhas. Tem várias cores de vidrado – azul, verde, amarelo, encarnado, cor de rosa, castanho, branco, bronze –, que mostram os pontos cardeais ou as estações do ano, com a terra e a água por base (8,9,10,11). A base (terra) desta é – tal como em I-Ching – a parte masculina com as patas para locomoção, a cabeça para procurar alimentos e alimentar-se, enfrentar e encontrar o caminho, a água e a terra como locais para se mover e a cauda “característica desta raça (4)” como parte da digestão. O interior (alma) em forma de placenta, toda arredondada com um vidrado bege todo igual e fino. O que faz desta peça uma caixa de alma. Por baixo, a barriga ou mapa da tartaruga tem sulcos e um de vidrado bege fino homogéneo. A tampa ou carapaça (céu / ar) é o elemento feminino, o dragão encarnado de três dedos, sem cornos (5,6,7,12) que como símbolo do ar olha para cima, de dentes brancos (que indicam o inverno ou o norte), atira uma baforada da roda de fogo / vida. Com uma pata a bater na água de onde sai uma onda com a forma de um animal pequeno seguro pelo rabo com a cabeça a entrar pela roda da vida. Segue-se um rolo usado para uma mensagem amarela por dentro, uma onda como mão a recebê-la. Como último estágio o dragão oferece uma flor-de-lótus cor-de-rosa (primavera ou este). Esta flor é contornada e com duas pontas a amarelo. Está protegida debaixo do dragão como uma cria. A coroar a tampa com o efeito de pegadouro encontra-se a figura de uma monja (posteriormente adicionada à peça – não foram efectuados teste de datação a este elemento). Esta tem ouro na indumentária semelhante ao do selo que está na base da barriga. O ouro como se sabe só foi valorizado pelos asiáticos (que o achavam um metal mole e sem nenhuma aplicação válida) depois do intercâmbio com os europeus. A temperatura do forno, também esta datada, é por si indicativo de que esta peça foi criada com vidrado e tal como se apresenta (13). . .---------------Fontes: 1.http://www.fortunecity.com/business/influence/1805/id18.htm 2.http://www.fortunecity.com/business/influence/1805/id18_fu_1.htm 3.http://www.metmuseum.org/toah/hd/silk/hd_silk.htm 4.http://www.fieldmuseum.org/research_collections/zoology/pdf/parham_etal_2004.pdf 5.http://www.crystalinks.com/dragons.html 6.http://everything2.com/index.pl?node_id=1332725 7.http://www.onmarkproductions.com/html/dragon.shtml 8.http://en.wikipedia.org/wiki/Five_elements_(Chinese_philosophy 9.http://newyeargala.ntdtv.com/2007/en/content/view/39/lang,en/ 10.http://www.chinaknowledge.de/History/Myth/shang-tech.html 11.http://www.chinaknowledge.de/Art/Ceramics/ceramics.html 12.http://www.blackdrago.com/easterndragons.htm#diff 13.http://www.artsmia.org/viewer/detail.php?v=2&id=513

Relatório de Instituto Tecnológico e Nuclear

Carta de Director de IMC

Primeira Correspondência com Oxford Authentication, Lda

quarta-feira, 1 de Abril de 2009